Contos Homossexuais

livro intereativo de contos homosssxuais com base na realidade humana! P.S. Leiam de Baixo para cima!isso é um blog por isso a 1º publicação fica lá embaixo e cada publicação nova fica em cima!

8.27.2006

Um Novo Dia

Abre os olhos, olha o teto do quarto e pensa: Mas Um Dia!suspiros...
Depois de um péssimo café da manhã onde seu Pai começa a implicar com seu chá e sua mãe não sabe oque mais fazer para contornar a situação, Carlos vai para a escola.
Andando distraído naquela manhã, com uma raiva em seus olhos e uma dor profunda eu seu peito por tudo oque está acontecendo em sua vida, Carlos para repentinamente e decide mudar de caminho.
Sempre faz o mesmo caminho pra escola, mas hoje algo estava diferente, sentido que estava indo pra outro lugar começou a caminhar por um caminho antes não percorrido por ele, observando a paisagem ao seu redor , que era bem melhor que a do caminho habitual , essa tinha arvores e como era de manha não tinha nenhum carro a vista nem pessoas , estava tudo meio deserto com uma leve neblina, parecia estar em um sonho, ele começa a olhar para os lado pra ver se encontra alguém, mas as pessoas que vê estão muito distantes , então decide continuar pelo caminho que planejou e virando em um esquina qualquer ele encontra seu amado professor saindo de uma casa, nesse momento decide se esconder para poder observar melhor seu mestre, que sai da casa e da janela uma mulher lhe dá adeus e fica vendo ele partir, era um mulher mais velha que ele mas muito bonita.
Carlos sente uma dor em seu peito, na sua cabeça logo vem o pensamento “Ele é Casado!”....

6.17.2006

A Realidade

Carlos!... Carlos!...CARLOS!...Tudo bem?
Carlos desperta de seu sonho, no meio da aula, com seu professor, alvo de seus sonhos, o perguntando algo sobre a matéria!Todos na sala riem baixo, mas ninguém fala nada, por medo sabendo que mexer com Carlos não era nada bom, sempre tinha uma resposta bem afiada que deixava seu adversário no chão.
Nesse dia nem ficou até depois da aula com o professor pela tristeza de ser apenas um sonho.Indo pra sua casa de cabeça baixa, pensando no seu amado para um carro ao seu lado, ele olha pra dentro e um senhor o chama para a janela ele inocentemente vai o homem pergunta onde fica determinada rua, mas Carlos não conhece.
-Mas para onde você está indo?Pergunta o senhor em seu belo carro.
-To indo pra minha casa.Responde Carlos sem pensar.
-Posso te dar uma carona?Oferece o senhor gentil.
-Não precisa é aqui perto.Muito obrigado!E desculpe por não poder ajudar.
Carlos sai andando normalmente em direção a sua casa.Mas o carro para a sua frente novamente, ele insiste na carona, como Carlos não viu nada de mais e uma carona até sua casa, aceitou.
Entrou no carro e cumprimentou o motorista, se apresentando:
- Oi, obrigado pela carona!
-Mas seu nome é?
- Desculpe, prazer meu nome é Carlos e seu nome?
-Marcelo!Onde você mora?
-Perto daqui, duas quadras a direita, espero que não atrapalhe seu caminho?
-Imagine você nunca atrapalharia!Responde Marcelo com um sorriso nos lábios.
Marcelo não era tão velho quanto imaginava Carlos fora do carro, tinha uns 40 anos e era um homem muito charmoso. Carlos ia explicando o caminho calmamente quando ele vira numa rua contraria a sua informação, para o carro olha pra Carlos:
-Estou te dando essa carona, mas quero algo em troca.
Carlos fica sem entender, oque poderia dar para ele em troca?
-Quero te conhecer melhor.Quero conversar um pouco com você.Tudo bem?
-Mas por que isso?Pergunta o menino assustado.
-Por que gostei de você, achei você um rapaz bonito e queria te conhecer melhor!
Carlos não acredita no que está ouvindo.-será que é uma cantada?Pensa nosso amigo confuso.Mas no final acha melhor não precipitar as coisas e decide fazer oque o homem lhe sugeriu e continua o jogo proposto.
-Mas oque você quer saber?
-Por exemplo: Você tem namorada?
-Não e você?Decidiu também conhecer melhor seu motorista.
-Você também quer me conhecer melhor?Responde Marcelo surpreso.
Carlos responde com um sorriso nos lábios -Já que você vai me conhecer melhor também tenho esse direito.
-Gostei disso.Você parece um moço e atitude.Quantos anos você tem?
-Quanto você imagina que eu tenha?Nessa pergunta nosso protagonista decide fugir, já que se acha muito novo.
-Gostaria de que tivesse 18, mas deve ter uns 16.Responde com cara de duvida.
Carlos ri.e depois responde a pergunta:
-Tenho 16.Mas na verdade era 14, mas já que ele achava que era 16 deixa achar.E continuou-Mas você não me respondeu!Você tem namorada?
-Não tenho namorada não.Sou totalmente solteiro!Mas você já namorou alguém?
-Não ainda não namorei ninguém, mas gosto de uma pessoa!Responde Carlos cheio de vergonha.
-Carlos você já beijou um homem?Marcelo decide ser mais direto.
Ficando totalmente assustado com a pergunta inesperada, Carlos olha para os lados, não vê ninguém, desesperado abre a porta e sai do carro!
Pensa consigo-A meu Deus!!!Não acredito nisso!Ahh!!!Como ele teve coragem!!!
Marcelo grita do carro para ele voltar, mas ele não da ouvidos e sai andando desorientado em direção sua casa.Mas vê o carro de Marcelo passando por ele, mas não olha, o carro para em frente a um terreno vazio, Marcelo sai do carro e entra no terreno.
Carlos para e fica pensando, será que eu vou?Não vou!Mas eu preciso ir embora!Esse é o único caminho!Eu vou, mas se ele fazer alguma coisa eu grito.Com toda a coragem e curiosidade que tinha ele foi.
Chegando lá viu Marcelo dentro do terreno, assim que o viu ele tirou seu pinto totalmente duro para fora, Carlos nunca tinha visto um homem assim na sua frente, e por causa dele, ficou olhando aquele pinto grosso de boca aberta até retomou sua consciência e saiu correndo.
Chegando em casa sua mãe achou sua cara muito estranha, mas ele disse que não era nada e entrou direto no seu quarto onde se trancou.Ofegante e cheio de tesão pelo acontecido, começou a relembrar tudo com cada detalhe ficando cada vez mais excitado e pensando com era burro de ter saído correndo do carro, ou de não ter entrado naquele terreno atrás dele, ficou imaginando se o encontraria de novo, que se encontrasse não perderia mais tempo e não bancaria o idiota de novo.

3.16.2006

O começo!

Nossa estória começa em uma cidade pequena, um lugar de pessoas humildes onde todos se conhecem, e sabem quando começa e como termina a historia de cada um, e se entrelaçando uma na outra formando um livro repleto de personagens, de paginas abertas e que todos já leram.
Onde nasceu o filho de Luiz, um negro, pedreiro, de corpo musculoso, traços fortes e estatura media (mediana?) e de uma cultura bem simples, com sua mulher, Julieta, dona de casa, de pele branca com uma luminosidade própria, cabelos lisos e sedosos, traços finos e delicados, corpo esguio e de uma cultura superior a sua realidade. E esse filho se chama Carlos, uma criança gorducha com uma pele morena de um dourado único, com uma boca carnuda e vermelha, feito carvão em brasa e grandes olhos verdes, de um verde tão forte que se assemelha a duas jades em forma de pupila.
Esse e a nossa personagem que teve uma infância alegre, típica de interior, entre brincadeiras diversas, passada de geração a geração como: pega-pega, futebol de botão, bolinha de gude, entre tantas outras.
Criado assim entre amigos de infância foi até os dez anos quando sua família que sempre teve uma vida humilde, mas Carlos ignorava devido à idade, se muda de cidade, em busca de uma oportunidade melhor, para trabalharem em uma escola particular, assim ganham uma bolsa para seu filho estudar nessa mesma escola.
Mudando de cidade, de amigos, de sociedade enfrenta sua primeira batalha, a luta contra a rejeição por ser novo, pela sua classe social, pela sua simplicidade, pela sua timidez e introspectividade entre outros adjetivos pejorativos que colocavam nele, mas enfrentou tudo isso de cabeça erguida, depois de muito chorar as escondidas no seu quarto escuro, para não incomodar seus pais, por saber que faziam tudo isso para ele ter uma vida melhor, mesmo sem entender o porquê de tudo isso enfrentou todos de forma seria sendo superior e fingindo que não ligava pra nada nem pra ninguém.
Para se defender aprendeu a atacar ferozmente seus inimigos como um predador dilacera sua caça, insultando e atingindo o ponto fraco de cada um. E aos doze anos esconde sua inocência infantil, antes liberada em suas lagrimas, em uma armadura sólida, forte e impenetrável de raiva, ódio e revolta.
Já aos quinze anos chegando à puberdade por ter uma voz suave e calma e por nunca ter namorado nenhuma menina, nem mesmo mostrado interesse por alguma, começa outra batalha em defesa de sua sexualidade, essa mais difícil por não ser só de colegas de classe, que já sabia se defender muito bem e não se importava tanto, mas também na sua própria casa onde seu pai o rejeitava por ser diferente, criando assim diversas brigas freqüentes por motivos banais como um gesto ou algo dito que não o agradasse, machucando Carlos cada vez mais fundo, mas dessa vez sendo acalentada as suas feridas pelo amor de sua mãe que o entendia e não o criticava, simplesmente o amava , começou a ignorar seu pai, relevar todos os seus insultos e a passar o máximo de tempo longe de casa, começando a fazer esportes como: vôlei, handball e atletismo.
Depois de algum tempo seu corpo começou a ficar mais forte e modelado com belas formas, um peitoral auto, mas ainda delicado,liso sem nenhum pêlo e sua barriga definida por completo com um leve caminho de pelos, seus braços ficaram maiores e mais bem desenhados, com seus cabelos cacheados, olhos de um verde intenso como o mar, uma boca que chama para um beijo, com um toque delicado e jovial em uma pele impecável e macia de uma cor incandescente que inspira ao desejo.
Sabendo de sua inevitável atração por homens, devido a sempre notar quanto são belas as formas masculinas, se deliciando em observar o dorso nu de outros homens e de colegas de classe na aula de educação física, sempre imaginando toca-los e beija-los ardentemente, em ser segurado por aqueles braços grandes e rijos, podendo até sentir suas mãos ásperas passando pelo seu corpo de pele lisa e macia, aceitou a sua realidade e seguiu em frente se isolando de todos, só mantendo contado com seu professor de matemática, Eduardo.
Eduardo era um jovem professor desengonçado, tímido e todo certinho, muito bonito ao ponto de todas as meninas da sala darem em cima dele coisa que no começo irritou Carlos, mas logo percebeu que o professor não dava muita atenção a elas mas sim a seus olhares que eram retribuídos em momentos de distração do matemático, não sabendo oque fazer nosso protagonista esperava uma atitude de seu mestre, mas dava todas as oportunidades possíveis, ficando conversando horas ao termino da aula, até que em um belo dia em um movimento simples na despedida suas mãos se encontraram e o educador em um impulso seguiu seus instintos e segurou a mão do garoto e o puxou pra si e o beijou longamente, Carlos não acreditava no que estava acontecendo, seu coração estava em disparada , não sentia seus pés no chão , o ar o faltava e sentia um prazer absoluto que dominava seu corpo e a boca de seu mentor era deliciosa com um beijo quente, úmido, macio e dava para o sentir tremer de prazer. Apos o beijo ficaram se olhando nos olhos e quando Eduardo foi começar a pedir desculpa Carlos o beijou novamente, mais intensamente, os dois foram embora e conversaram longamente sobre eles, admitindo todos os seus delírios com aquele momento.

10.31.2005

I parte

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10.30.2005

Ao Leitor

Caro leitor, venho lhe trazer aki um livro interativo que vc vai acompanhar todo o processo de criação e ajudá-lo a ser construído com seus comentários.
Esse livro trata de contos homossexuais que é algo raro na nossa literatura.Será composto de texto baseados na realidade do mundo gay, contando suas partes pobres e seus louros!visando desmistificar ou mistificar nossa realidade.é um livro voltado a esclarecer pessoas novas no meio e pra heteros se informarem mais sobre essa realidade paralela.
Gostaria de frisar que não sou escritor por isso não vai ser fácil, esse é um projeto que vai demorar a ser terminado e conto com a colaboração de todos!!!Desde já obrigado!